Produtos & Serviços
Transformamos a gestão de cibersegurança em vantagem competitiva para o seu negócio.
Conheça os serviços
Seis frentes que se combinam, do diagnóstico à resposta, e que você pode conhecer uma a uma:
Quem somos
A Mentara Tecnologia é uma consultoria de cibersegurança com um posicionamento claro: segurança não é centro de custo, é condição para o negócio crescer. Projetamos e operamos a camada de proteção que permite às suas equipes focarem no core business, enquanto a gente cuida do que você não vê: as ameaças que circulam pelas suas infraestruturas, sistemas e dados.
O objetivo é simples de declarar e difícil de executar: mitigar a incerteza do fluxo operacional. Um ambiente previsível, protegido e auditável é o que libera a organização para fazer aquilo que faz de melhor.
Como pensamos
A diferença está na postura. A maioria trata cibersegurança como reação: apaga incêndio, compra ferramenta e espera o próximo incidente. Nós invertemos isso: partimos da arquitetura, pensamos em detecção antes do impacto, treinamos a resposta antes do alarme e tratamos a forense não como drama, como disciplina.
Isso significa trabalhar com engenharia de defesa de verdade: desenho estrutural de proteção para infraestruturas e sistemas complexos, engenharia de detecção calibrada para o seu contexto, protocolos de resposta que funcionam sob pressão e perícia digital com rigor técnico e jurídico. Segurança como vantagem competitiva, não como departamento de "não".
Nossos pilares
- Arquitetura de Segurança Robustecida: desenho estrutural e proteção de infraestruturas tecnológicas e sistemas complexos: a base de tudo que vem depois.
- Monitoramento e Detecção Proativa: engenharia voltada a identificar vulnerabilidades e ameaças avançadas antes que gerem impacto real na operação.
- Resposta Rápida e Contenção: protocolos ágeis de mitigação, com foco em bloquear o incidente e conter o risco enquanto ele ainda é pequeno.
- Perícia Forense Digital: atuação especializada pós-incidente: investigar a invasão, coletar evidências técnicas e restaurar a normalidade e a integridade jurídica do negócio.
Para quem é & quando procurar
Indicado para
- Equipes corporativas que querem operar no digital sem incerteza permanente
- Organizações cujos sistemas e dados sustentam o core business
- Empresas que precisam de defesa contínua, não apenas resposta a incidentes
- Negócios que tratam segurança como vantagem competitiva
Situações ideais
- Quando o crescimento começou a correr mais rápido que a infraestrutura de segurança
- Quando um incidente mostrou que a defesa era reativa demais
- Quando é preciso provar, com evidência, que a operação é segura
- Quando o time de tecnologia não pode nem deve carregar a segurança nas costas
Assessment de Maturidade
Um raio-x da postura de segurança da sua organização, medida domínio a domínio, nível por nível, com uma metodologia própria em colunas.
Resumo
O Assessment de Maturidade é uma avaliação estruturada da postura de segurança da informação de uma organização. Em vez de uma checklist genérica, aplicamos uma metodologia em colunas: cada domínio e cada controle são medidos contra níveis de maturidade crescentes: do que ainda é reativo e feito no improviso ao que é totalmente gerenciado, medido e contínuo. O resultado é um mapa claro de onde a organização está hoje, para onde precisa ir e o que fazer no caminho, priorizado por risco e impacto.
O que é
A segurança raramente quebra por falta de ferramenta, quebra por falta de clareza sobre o que está funcionando, o que está no piloto automático e o que simplesmente não existe. O Assessment existe para dar essa clareza.
Trabalhamos por colunas: cada coluna representa um nível de maturidade, da prática embrionária à operação contínua e auditável. Para cada domínio (governança, gestão de acesso, monitoramento, resposta a incidentes, proteção de dados, entre outros) posicionamos a prática atual da organização nesse eixo, sempre ancorado em evidência real: políticas, processos, artefatos e comportamento observado, não no que o time acha que faz.
Isso produz algo mais útil do que uma nota: uma distância mensurável entre o estado atual e o estado desejado, com as lacunas explicitadas. É a base para qualquer plano de remediação sério, para priorizar investimento e para responder a exigências de compliance ou auditoria com dados em vez de opinião.
Playbook
- Escopo e alinhamento: definimos os domínios avaliados, as referências de marco (ISO 27001, NIST CSF, CIS Controls, LGPD) e os critérios de sucesso da avaliação.
- Levantamento de contexto: entrevistas com os donos de processo, revisão de políticas, arquitetura, ferramentas e do histórico de incidentes.
- Coleta de evidências: documentamos o estado real de cada controle, separando o que está no papel do que está efetivamente em operação.
- Posicionamento por nível: cada domínio é mapeado na coluna de maturidade correspondente, com justificativa e evidência anexa.
- Análise de lacunas: cruzamos o estado atual com o estado alvo e destacamos as gaps por criticidade, risco e esforço de correção.
- Roadmap de evolução: entregamos um plano de ação sequenciado: quick wins, iniciativas de médio prazo e indicadores de progresso.
- Apresentação e handoff: validamos o resultado com os stakeholders e deixamos a organização pronta para executar sem ambiguidade.
Para quem é & quando fazer
Indicado para
- Organizações sem uma visão objetiva do próprio nível de maturidade
- Equipes de segurança que precisam de um baseline antes de investir
- Empresas em adequação a ISO 27001, NIST, LGPD ou PCI DSS
- Negócios que precisam justificar orçamento de segurança à diretoria
Situações ideais
- Antes de contratar novos controles, ferramentas ou serviços
- Após um incidente, para entender as raízes de maturidade
- Como insumo para auditoria, certificação ou due diligence
- Para medir a evolução da segurança ao longo do tempo
Threat Intelligence
Transformar o barulho constante do cenário de ameaças em inteligência acionável para a sua defesa.
Resumo
A Threat Intelligence é a capacidade de coletar, enriquecer e contextualizar informação sobre ameaças (atores, táticas, técnicas e procedimentos (TTPs), infraestruturas e vetores de ataque) e converter tudo isso em decisões concretas de defesa. Em vez de apenas reagir a alertas, a organização passa a entender quem tem motivação para atacá-la, como ataca e por onde é mais provável que o ataque chegue, priorizando a defesa exatamente onde ela importa.
O que é
O volume de dados sobre ameaças é enorme e, na maioria das organizações, vira ruído: feeds de IoC que ninguém cruza, relatórios genéricos que nunca chegam ao time de SOC, listas de hash que expiram. A Threat Intelligence madura resolve isso conectando o cenário externo ao contexto interno.
Trabalhamos com as fontes certas para o seu setor e o seu nível de risco (OSINT, feeds de provedores, telemetria própria e dados de mercado) e aplicamos enriquecimento e correlação: mapeamos TTPs para o framework MITRE ATT&CK, identificamos os atores mais relevantes e priorizamos as ameaças que têm probabilidade real de atingir o seu ambiente, em vez de tratar tudo com o mesmo peso.
O objetivo final é acionabilidade. A inteligência deixa de ser um relatório para virar uma entrada no fluxo de trabalho: regras de detecção mais afiadas no SIEM, listas de bloqueio, hardening de ativos expostos, briefings de risco para a gestão e preparação de resposta. Defesa que antecipa, em vez de apenas reagir.
Playbook
- Escopo e perfil de risco: definimos os ativos críticos, o setor de atuação e o perfil de ameaças mais provável contra a organização.
- Seleção de fontes: combinamos OSINT, feeds de inteligência, telemetria e dados de mercado conforme o perfil de risco identificado.
- Coleta e enriquecimento: agregamos IoCs e TTPs e os enriquecemos com contexto: confiança, histórico e relevância para o seu ambiente.
- Mapeamento e priorização: correlacionamos as ameaças com a sua infraestrutura e priorizamos por probabilidade e impacto.
- Disseminação: entregamos a inteligência no formato que cada consumidor usa: alertas, relatórios, briefings de risco e listas operacionais.
- Integração com a defesa: alimentamos regras de detecção, controles de bloqueio e planos de resposta com a inteligência gerada.
- Revisão contínua: medimos o valor da inteligência (o que evitou, o que priorizou) e refinamos o processo com o tempo.
Para quem é & quando usar
Indicado para
- Organizações em setores frequentemente alvo: financeiro, saúde, energia, tecnologia
- Times de SOC que sofrem com alertas genéricos e sem contexto
- Empresas que querem antecipar ameaças em vez de apenas reagir a elas
- Negócios que precisam de briefings de risco para a alta gestão
Situações ideais
- Antes de grandes eventos, mudanças de negócio ou novas exposições
- Após um incidente, para entender o ator e reduzir a recorrência
- Para priorizar o investimento em defesa com base em risco real
- Para sustentar a operação contínua de segurança com contexto externo
AI Driven Pentest
Pentest 2× mais rápido, com agentes de IA em infraestrutura de GPU dedicada e modelos locais — seus dados nunca saem do host, e a supervisão humana decide cada passo.
Resumo
O AI Driven Pentest é a nova metodologia de teste de intrusão da Mentara: a mesma disciplina de um pentest tradicional, executada com a velocidade de uma linha de produção. Agentes de IA orquestrados com Harness cobrem as frentes do teste em paralelo, em infraestrutura própria de GPU com modelos locais treinados para cada tipo de atividade — sem nuvem, sem LLM pública, sem risco de vazamento. O tempo cai pela metade, a detecção fica mais afiada e a documentação sai mais precisa.
Porque em um teste de intrusão você lida com credenciais e vulnerabilidades vivas, a Mentara não envia nada para fora do host: o que entra no teste, fica no teste. E como muitos insights exigem a expertise de quem ataca, todo o processo roda com supervisão e orientação humanas do início ao fim.
O que muda na prática
Mais velocidade
- Tempo do pentest reduzido pela metade
- Agentes trabalhando em paralelo, com recursos dedicados
- Status do teste monitorado em tempo real
Mais precisão
- Modelos locais treinados por tipo de atividade
- Documentação e reports gerados a partir da evidência
- Cada insight validado por um operador humano
Conheça a metodologia completa
Infraestrutura de GPU dedicada, modelos treinados por atividade, orquestração com Harness, supervisão humana e monitoramento em tempo real — veja como o AI Driven Pentest funciona da primeira à última fase.
Forense Digital
Coleta e análise de vestígios digitais de incidentes cibernéticos, com o rigor de cadeia de custódia que a resposta e a eventual ação legal exigem.
Resumo
A Forense Digital é a disciplina de coletar, preservar e analisar os vestígios deixados por um incidente cibernético, em discos, memória, rede, logs e terminais, de forma que o resultado seja confiável tanto para a resposta técnica quanto, quando necessário, para uso legal. É o que transforma "tivemos um problema" em uma linha do tempo concreta do que aconteceu, como aconteceu e o que precisa ser feito agora.
O que é
Quando um incidente acontece, a diferença entre uma resposta eficaz e uma reação às cegas está na qualidade das evidências. E a verdade é que o contexto que se precisa para entender o ataque está se perdendo a cada minuto: memória volátil, logs sobrescritos, sistemas reiniciados por instinto. A forense existe para recuperar e preservar esse contexto antes que ele suma.
Trabalhamos com rigor de cadeia de custódia desde a primeira ação: isolamento e contenção controlados, aquisição fiel de discos e memória (sempre com hash e documentação de cada passo), análise de artefatos em sistemas e aplicações, e reconstrução da linha do tempo do ataque. Tudo é conduzido de modo que os achados resistam a questionamentos técnicos e jurídicos, sem sacrificar a velocidade que a resposta exige.
O resultado não é só "o que aconteceu". É a base para a contenção definitiva, para a remediação das causas raízes, para avaliar o real impacto, o que foi acessado, exfiltrado ou alterado, e, quando o caso vai a tribunal ou a um regulador, para um relatório técnico sólido e defensável.
Playbook
- Triage e contenção: avaliamos a situação, isolamos o necessário e protegemos as evidências sem destruir o contexto do incidente.
- Aquisição fiel: coletamos discos, memória, logs e terminais de forma fiel, com hash e documentação de cada passo da cadeia de custódia.
- Análise de artefatos: examinamos sistemas, arquivos, processos, rede e aplicações em busca dos vestígios concretos do ataque.
- Reconstrução da linha do tempo: montamos a sequência dos eventos: ponto de entrada, movimentação, objetivo e impacto.
- Escopo de impacto: determinamos o que foi acessado, alterado ou exfiltrado e o que ainda pode estar exposto.
- Relatório técnico: documentamos os achados com evidência, em um formato que serve tanto à resposta técnica quanto a eventual uso legal.
- Recomendações de remediação: apontamos as causas raízes e os controles a reforçar para evitar a recorrência.
Para quem é & quando acionar
Indicado para
- Organizações que sofreram ou suspeitam ter sofrido um incidente de segurança
- Empresas que precisam de evidência técnica para ação legal ou regulatória
- Negócios que precisam entender o real impacto de um vazamento de dados
- Equipes de segurança que precisam de apoio especializado na resposta
Situações ideais
- Após a confirmação ou suspeita de uma invasão ou de ransomware
- Quando é preciso apurar a extensão de um vazamento de dados
- Para sustentar ação judicial, apuração regulatória ou apólice de seguro
- Para descobrir se houve acesso indevido e o que, exatamente, foi tocado
Auditoria de SIEM
Descobrir se o seu SIEM está de fato protegendo, ou apenas guardando logs que ninguém lê.
Resumo
A Auditoria de SIEM avalia se o seu sistema de gestão de eventos de segurança está realmente cumprindo o papel para o qual foi comprado. Vamos mapear as fontes de log, revisar a qualidade e a cobertura das regras de detecção, medir o volume de falsos positivos e negativos e apontar, com evidência, onde o SIEM está cegado, para que o investimento em monitoramento comece a gerar defesa de verdade, e não apenas uma tela bonita.
O que é
Ter um SIEM não é o mesmo que estar monitorado. Muitos ambientes acumulam fontes de log desorganizadas, regras antigas que alertam para tudo, lacunas de cobertura em ativos críticos e uma fila de notificações que o time já aprendeu a ignorar por reflexo. O resultado é um sistema caro que dá a sensação de segurança, mas está cego exatamente onde o ataque acontece.
A auditoria parte da realidade, não do discurso: inventariamos o que está sendo coletado, revisamos cada regra relevante de detecção, cruzamos os casos de uso com a superfície real de ataque e medimos o que realmente importa: o que o SIEM detecta, o que ele perde e a qualidade do que chega ao analista.
O objetivo é um SIEM que funcione como defesa: cobertura alinhada ao risco, regras afiadas, menos ruído e uma operação que a equipe consegue acompanhar de fato. É a diferença entre ter um sistema de segurança e ter, de verdade, segurança.
Playbook
- Inventário de fontes: mapeamos o que está sendo coletado, de onde vem e com que qualidade cada fonte chega ao sistema.
- Revisão de regras: analisamos as regras de detecção: cobertura, relevância, qualidade e estado de manutenção.
- Medição de ruído e lacunas: quantificamos os falsos positivos e os negativos que estão comprometendo a operação.
- Cruzamento com a superfície de risco: validamos se os casos de uso de detecção cobrem os vetores de ataque mais prováveis para o seu ambiente.
- Métricas de operação: avaliamos volume, latência, MTTD/MTTR e a capacidade real do time de responder ao que é gerado.
- Plano de remediação: entregamos as correções priorizadas: novas regras, ajustes de tuning, novas fontes e higiene de operação.
- Validação: conferimos que as mudanças aumentaram a detecção e reduziram o ruído, com números e não com impressão.
Para quem é & quando fazer
Indicado para
- Organizações que já têm SIEM, mas desconfiam do valor que ele gera
- Times de SOC sobrecarregados por alertas genéricos e sem contexto
- Empresas que precisam demonstrar a eficácia do monitoramento em auditoria
- Negócios que sofreram um incidente e querem saber se o SIEM teria detectado
Situações ideais
- Após a aquisição ou a implantação de um novo SIEM
- Quando a fila de alertas ficou ingovernável para o time
- Para responder a uma exigência de auditoria ou de certificação
- Após um incidente, para validar se a detecção cobria o que foi explorado
Otimização de Logs
Transformar o volume caótico de logs em dados úteis, baratos e prontos para a detecção e para a investigação.
Resumo
A Otimização de Logs trata do ciclo completo dos dados de segurança: o que é gerado, o que é coletado, como é normalizado, quanto custa e o que, de fato, serve para detectar e investigar. O objetivo é reduzir custo e ruído, e, na maioria dos casos, aumentar a capacidade de detecção, de modo que cada log coletado tenha um motivo claro para existir.
O que é
Log é ao mesmo tempo o combustível da segurança e o maior centro de custo dela. A maioria das organizações coleta de forma desorganizada: fontes duplicadas, campos inconsistentes entre sistemas, volumes que crescem sem controle e um acervo que ninguém sabe se ainda serve para algo. O resultado é pagar caro por dados que não estão ajudando a detectar nada.
A otimização parte de uma pergunta simples: cada log que está sendo coletado tem um propósito? Revisamos as fontes, a qualidade dos dados, a normalização (campos, formatos, enriquecimento), o volume e a retenção e reconstruímos o fluxo para que o que é coletado seja, de fato, utilizável pela detecção e pela investigação.
O ganho é duplo e se reforça: você reduz o custo de coleta e de armazenamento e, ao mesmo tempo, aumenta a qualidade do que chega ao SIEM. Menos ruído, mais sinal. Logs que custam menos e detectam mais.
Playbook
- Inventário de fontes e volume: mapeamos o que é gerado, o que é coletado e o que é armazenado, e a que custo cada um chega.
- Análise de qualidade: avaliamos a completude, a consistência e a utilidade real de cada fonte de log.
- Normalização: padronizamos campos, formatos e enriquecimento para que os dados sejam utilizáveis por qualquer ferramenta de detecção.
- Priorização por valor: mantemos o que detecta e investiga, e descartamos ou amostramos o que é apenas ruído.
- Política de retenção: definimos o que fica, por quanto tempo e a que custo, alinhado a requisitos de compliance e a necessidades de investigação.
- Integração com a detecção: garantimos que os logs otimizados alimentem de fato as regras e os casos de uso do ambiente.
- Monitoramento contínuo: acompanhamos volume, custo e qualidade ao longo do tempo para manter o equilíbrio entre valor e gasto.
Para quem é & quando fazer
Indicado para
- Organizações pagando caro por coleta e armazenamento de logs
- Times que sofrem com volumes grandes e qualidade baixa
- Empresas com SIEM que não está extraindo valor dos dados coletados
- Negócios que estão dimensionando a coleta de logs pela primeira vez
Situações ideais
- Quando o custo de logs saiu do controle financeiro
- Antes de contratar ou de expandir a coleta de logs
- Para reduzir o ruído que está afogando a detecção no SIEM
- Para garantir que a retenção atenda a requisitos sem custo excessivo